domingo, 3 de março de 2013

Maravilhoso descobrir o extraordinário em cada um de nós...



    



Por volta de 1980, na Universidade de Harvard, Estados Unidos, o psicólogo Howard Gardner concluiu através de suas pesquisas que a inteligência humana é como um quebra-cabeça composto por peças, todas de mesmo valor e importância.

São peças que classificam que tipo de inteligência cada pessoa possui e desenvolve mais, e as facilidades que elas trazem para nossas vidas.

As inteligências levantadas na pesquisa de Gardner passam a ter uma área bem mais abrangente, sendo elas: lingüística, lógico-matemática, pictória(visual), musical, corporal-sinestésica, naturalista, interpessoal e intrapessoal, existentes no cérebro de todos os seres humanos, sendo que cada um tem as que são mais e menos desenvolvidas. Deixando de lado a teoria de Alfred Binet que limitava o QI (quociente de inteligência), apenas em matemática e à linguagem.

Gardner sustenta que as inteligências não são objetos que possam ser quantificados, e sim, potenciais que poderão ser ou não ativados, dependendo dos valores de uma cultura específica, das oportunidades disponíveis nessa cultura e das decisões pessoais tomadas por indivíduos e/ou suas famílias, seus professores e outros.